
Um dos temas mais debatidos: em fins do ano passado, as revistas FLUIR, HARDCORE e ALMASURF contataram os shapers do mercado e também a SBS para anunciarem nos seus respectivos Guias anuais de pranchas. Nossa entidade chegou inclusive a promover um dos guias em questão, mediante desconto especial oferecido aos nossos filiados. Porém, parecia haver um consenso entre shapers de todo o Brasil, com relação a não aderir aos guias, e de fato poucos foram os shapers anunciantes.
Buscando compreender a situação, entramos em contato via web com centenas de shapers de nosso mailing list, e especialmente durante os meetings tivemos a oportunidade de confirmar as razões do ocorrido: segundo a grande maioria dos shapers do mercado, os veículos de mídia impressa reservam “muito pouco ou praticamente nenhum” espaço na divulgação do nosso trabalho durante o ano, e não realizam matérias a respeito de pranchas (segundo a maioria dos shapers consultados, consideramos obrigação da mídia especializada a aculturação do mercado com relação ao tema pranchas, não somente através dos guias anuais, mas em todas as edições, a exemplo das publicações estrangeiras, cujo custo para anunciar é incrívelmente mais acessível: a SBS cotou anúncio na seção DESIGN FÓRUM da revista americana SURFER, ao lado dos melhores fabricantes do mundo como AL MERRICK e RUSTY, por apenas US$ 600 por edição.
Enfim, houve consenso de que mesmo nos guias anuais, as matérias sobre pranchas são superficiais, repetitivas, privilegiam a uns e outros, e mesmo anunciando, muitos shapers não têm direito à divulgação do seu trabalho a nível editorial, de maneira que o retorno do investimento não compensa, em função do alto custo e pouco espaço que a mídia impressa oferece, em contra-partida ao baixo custo e maior visibilidade atualmente proporcionados pela mídia especializada na internet (websites).
Buscando compreender a situação, entramos em contato via web com centenas de shapers de nosso mailing list, e especialmente durante os meetings tivemos a oportunidade de confirmar as razões do ocorrido: segundo a grande maioria dos shapers do mercado, os veículos de mídia impressa reservam “muito pouco ou praticamente nenhum” espaço na divulgação do nosso trabalho durante o ano, e não realizam matérias a respeito de pranchas (segundo a maioria dos shapers consultados, consideramos obrigação da mídia especializada a aculturação do mercado com relação ao tema pranchas, não somente através dos guias anuais, mas em todas as edições, a exemplo das publicações estrangeiras, cujo custo para anunciar é incrívelmente mais acessível: a SBS cotou anúncio na seção DESIGN FÓRUM da revista americana SURFER, ao lado dos melhores fabricantes do mundo como AL MERRICK e RUSTY, por apenas US$ 600 por edição.
Enfim, houve consenso de que mesmo nos guias anuais, as matérias sobre pranchas são superficiais, repetitivas, privilegiam a uns e outros, e mesmo anunciando, muitos shapers não têm direito à divulgação do seu trabalho a nível editorial, de maneira que o retorno do investimento não compensa, em função do alto custo e pouco espaço que a mídia impressa oferece, em contra-partida ao baixo custo e maior visibilidade atualmente proporcionados pela mídia especializada na internet (websites).
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